Parei de acreditar nos poetas de boteco e rodas de violão que comparam a solidão à uma fera que devora. Prefiro agora acreditar na solidão dos filósofos que a veem como campo de reflexão, lugar de refazimento de mim comigo mesmo.
Parei de acreditar nos poetas de boteco e rodas de violão que comparam a solidão à uma fera que devora. Prefiro agora acreditar na solidão dos filósofos que a veem como campo de reflexão, lugar de refazimento de mim comigo mesmo.